domingo, 4 de janeiro de 2009

Um quase adeus.

Escolhi a mudança, em meio a tantas escolhas e abandonos, escolhi a mim e desisti de conjugar tudo na primeira pessoa do plural. As desistências aos poucos se manifestaram, sumiu aquela vontade de reconstruir(sozinha), de demonstrar, até mesmo a vontade de gostar se perdeu por aí... Quem sabe com esse sumiço eu aprenda, enfim, a não mais gostar. Cheguei a acreditar que decepção nenhuma seria capaz de acabar com tudo isso, antes de sentir um gosto amargo na boca e um arrependimento tardio de ter deixado com que as coisas tomassem um rumo diferente, antes de descobrir que tudo que pensei que fosse certo, agora se faz errado demais.
Sinceramente já não faz mais sentido procurar erros nem inventar mentiras, perder tempo com a dispensável mania de jogar a culpa no outro é besteira porque afinal, que diferença isso faz? Não muda. E tudo que não muda não merece todo esse desgaste.

4 comentários:

Anônimo disse...

ke lindo amoooor *-*

Camilla Leonel disse...

um dos meus preferidos a partir de agora. leve, simples de entender e fácil de sentir!
parabéns amiga.. cada dia melhor!

eu te amo!

ana c disse...

texto liindo! amei! parabéns!
^^
adorei seu blog! =D parabéns!

Júnia Lafe disse...

LINDOOO AMORE ! adoreeeei esse !

amoo mtt ! :)